
Carolyn Moore transita da fotografia experimentl ao digital com grande fluidez. Pinhole, fotogramas, lúmen print, cianotipia, imagem digital. também faz música.
trechos de declarações suas:
“Os processos alternativos me aproximam do ato físico da criação. Ao contrário do trabalho digital, eles exigem envolvimento prático e carregam um nível de imprevisibilidade que considero fascinante.
Há um equilíbrio entre habilidade e acaso. Você toma decisões embasadas na experiência, mas também precisa reagir às variáveis ??conforme elas surgem. O próprio tempo se torna parte do processo, à medida que a imagem evolui, se transforma e, às vezes, surpreende. Também adoro o fato de muitas dessas obras serem únicas. Elas parecem mais pessoais, mais diretas.”
“Neste conjunto de obras, crio imagens sem câmera, então, de certa forma, eu sou a câmera. Projeto a mim mesma, meus pensamentos e sentimentos — meu coração — na exposição capturada.”
“Na minha música, adoro tocar música rítmica e improvisar dentro de uma estrutura, como no jazz e no choro brasileiro. O processo de cianolumen pode ser comparado à improvisação, pois as coisas nem sempre saem como planejado. Por exemplo, um gotejamento ou uma reação inesperada podem mudar a composição e eu preciso me adaptar no momento, mantendo-me conectado à minha intenção original. É um equilíbrio constante entre controle e improvisação.”

nestas belas imagens de gelo a técnica não é especificada, mas são imagens digitais.